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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

O problema do abuso das drogas

Ninguém gosta de admitir que tem problemas, então muitos criam desculpas e subterfúgios para justificar a sua condição, pois é mais cômodo e fácil tentar justificar o injustificável do que aceitar que tem problemas e que a melhor forma de vencê-los, é sair da passividade vitimista e começar a agir de forma a resolvê-los.

Algumas vezes, estas pessoas dizem que não faz mal, que é exagero, é terapêutico e natural, que abre a mente, entre outras coisas mais, porém, se não fizessem mal mesmo na mínima dose e nem tivessem poder de vício mais forte do que as drogas tidas lícitas , não seriam proibidas.

Há diferença entre uso terapêutico, controlado por um profissional de saúde e com foco correto, do uso recreacional e muitas vezes exagerado, que dizem fazer bem, ao provocar uma sensação de bem estar temporária, para a longo prazo, destruir-se a si mesmo, então, neste texto, o termo "drogas" se referirá tanto as drogas ilícitas, quanto as lícitas consumidas em demasia.

quarta-feira, 19 de março de 2014

A falta da responsabilidade pessoal

Algo comum atualmente, é a delegação da responsabilidade pessoal para outros agentes externos ou internos, como forma de se livrar das consequências e de possíveis julgamentos e/ou punições.

Há diversos exemplos disso, e basicamente, é considerar que nada é culpa da pessoa, mas sim, de agentes externos, como a sociedade, o "sistema", o meio onde vive, ou dos internos, como os instintos, supostos transtornos mentais, emoções fortes, etc.

segunda-feira, 26 de março de 2012

O jovem e a sua repulsa pela palavra responsabilidade

O jovem hoje, nao gosta da palavra responsabilidade, pois ele a considera, como algo que possa prejudicar a sua busca por diversão e prazer, em descobrir as delicias e amarguras da vida, já que esta palavra, tão odiada, faz com que ele seja contido em seu impeto de agir seguindo as suas emoções e prazer e como sabemos, a juventude, é uma época marcada pela rebeldia, muitas vezes sem causa, o questionamento de si mesmo e de todas a sociedade e o mundo que o cercam, a vontade de ser independente, o amadurecimento mental e sexual, a solidificação da personalidade, entre outras mudanças bem conhecidas.


No caso deles, a diversão, vem sempre em primeiro lugar e a responsabilidade, nunca é cogitada, dizem que sao novos demais para se preocuparem com o futuro, planejamento e responsabilidade, é coisa de velho e de pessoas cafonas e ultrapassadas, fora que, tudo que  implique obrigações, deveres ou mesmo algo que só de resultados a longo prazo, só o curto prazo é interessante a elas, pois o jovem quer tudo para ontem e considera uma tortura esperar por algo, sendo que pode obter algo "semelhante" em menor tempo.