segunda-feira, 30 de abril de 2012

O uso da mentira como placebo e a aversão à verdade

É fato notório que a mentira hoje está sendo muito usada como um paliativo aos problemas das pessoas, ou seja, elas estão a todo custo negando a verdade, utilizando do auto engano para mascarar erros, negar a aceitação da culpa dos problemas, se livrar de diversas responsabilidades que as suas atitudes trazem, entre outras tentativas de fugir da realidade.


A mentira é uma ótima aliada para as pessoas fracas e vitimistas, que não aceitam que são fracas, que estão erradas, que são incapazes de realizar certos objetivos e de vencer na vida e eliminar fraquezas ou atitudes incorretas que lhes são irresistíveis ou que são quase impossíveis de evitar.

terça-feira, 10 de abril de 2012

A imbecilidade do jovem atual

Apesar do jovem atual tem um grande e facilitado acesso ao saber, nota-se que a inteligencia ou o conhecimento geral da juventude de hoje é inversamente proporcional a otimização da busca da sabedoria e da verdade e este é um processo generalizado e bem difundido, para a infelicidade da nação, que tem o jovem como os construtores do seu futuro.


É muito fácil constatar isto através de uma breve observação atenta do comportamento do jovem em suas conversas cotidianas ou mesmo em suas diversas redes sociais e outros meios nos quais eles se expressam, e o resultado é desanimador, pois se formos depender do interesse do jovem em estar atualizado sobre o que importa para a sociedade e sobre a sua capacidade de decisão, o nosso futuro não será dos melhores, pois estes não estão aptos a mudar a sociedade e se mudarem, será para pior.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

O valor da opinião é definido pelo status de quem a diz

Infelizmente, as opiniões, bem como as suas ideias contidas, não são mais valorizadas pela clareza da argumentação, da lógica bem aplicada, da racionalidade explicita, da honestidade intelectual, mas sim por quem diz, ou seja ,a tolice do poderoso é mais valorizada do que a sensatez do pobre, ou no caso, só dão atenção a quem diz, não ao que foi dito.


As opiniões, só são levadas a sério, caso seja uma pessoa com status, independente de seu conteúdo, já boas opiniões, mas de pessoas sem status, são solenemente ignoradas, mesmo ela sendo excelente, pois atualmente, as pessoas só são reconhecidas caso estas possuam status de destaque social, independente de outros fatores que também possam ser valorados, como idoneidade, honestidade, caráter, inteligencia, entre outras características positivas, que são vistas como fatores secundários ou simplesmente ignoradas, é igual comprar um produto pela sua beleza ou marketing em vez de analisar a sua utilidade real e seu custo benefício.


quarta-feira, 28 de março de 2012

A farsa da busca da beleza interior

Muitas pessoas, ao procurarem um parceiro para se relacionarem ou mesmo quando já engataram um, tem o costume automático em dizer que estão com tal pessoa devido a sua "beleza interior", porém, na maioria dos casos, as pessoas que se utilizam desta frase singela e tocante, é porque desejam esconder suas verdadeiras intenções com aquela pessoa em questão, e situações assim, não faltam, como discrepâncias entre beleza e situação financeira.


O mundo atual, preza muito pelas aparências, é só notar bem como é a aparência das modelos, apresentadores de televisão, artistas principais, fora outras celebridades do meio artístico e cultural, fora as vezes, que pessoas que o senso comum da maioria das pessoas consideram feias, caso sejam famosas, logo dizem que é ajeitada e bem arrumada, tanto, que este fato originou uma frase popular bem interessante, que diz: "não existe pessoa pobre e sim pessoa mal arrumada (frase dita a mulheres, mas serve para ambos os sexos)".

segunda-feira, 26 de março de 2012

O jovem e a sua repulsa pela palavra responsabilidade

O jovem hoje, nao gosta da palavra responsabilidade, pois ele a considera, como algo que possa prejudicar a sua busca por diversão e prazer, em descobrir as delicias e amarguras da vida, já que esta palavra, tão odiada, faz com que ele seja contido em seu impeto de agir seguindo as suas emoções e prazer e como sabemos, a juventude, é uma época marcada pela rebeldia, muitas vezes sem causa, o questionamento de si mesmo e de todas a sociedade e o mundo que o cercam, a vontade de ser independente, o amadurecimento mental e sexual, a solidificação da personalidade, entre outras mudanças bem conhecidas.


No caso deles, a diversão, vem sempre em primeiro lugar e a responsabilidade, nunca é cogitada, dizem que sao novos demais para se preocuparem com o futuro, planejamento e responsabilidade, é coisa de velho e de pessoas cafonas e ultrapassadas, fora que, tudo que  implique obrigações, deveres ou mesmo algo que só de resultados a longo prazo, só o curto prazo é interessante a elas, pois o jovem quer tudo para ontem e considera uma tortura esperar por algo, sendo que pode obter algo "semelhante" em menor tempo.


sexta-feira, 16 de março de 2012

O analfabeto político

Um fenômeno comum que está surgindo atualmente, é a proliferação do analfabetismo politico, que pode ser definido como o total desinteresse pela política ou não adoção de uma posição política (direita, centro ou esquerda), ou seja, é uma pessoa que não gosta ou mesmo odeia a política e nem faz questão de entende-la e um dos motivos que leva as pessoas a adotarem o apolitismo, é a descrença generalizada que as pessoas possuem dos políticos e da política.


Quem adere esta nova tendencia, acredita ser cool, descolado, opositor ao sistema e o pior, muitos se orgulham de não saberem nada sobre ela e mal sabem que isto é algo que os detentores do poder desejam, pois isto ajuda a manter o poder políticos de certos partidos indefinidamente e apesar do senso comum, de que todos roubam, não é só isto que eles fazem, já que eles possuem o poder de aprovar, criar ou vetar diversas leis que irão interferir diretamente ou indiretamente na vida dos eleitores, e quem dá este poder todo, são todos nós, independente de termos ou não convicções políticas solidificadas.

quinta-feira, 15 de março de 2012

A contradição entre defender o homossexualismo e usá-lo como ofensa ao opositor

Um dos fatos mais bizarros que o politicamente correto introduz na sociedade, é a hipocrisia sobre o homossexualismo, pois ele defende que eles merecem vários direitos dos heterossexuais e serem reconhecidos como cidadãos (o que a Constituição já reconhece) ou mesmo como uma casta superior ao meros mortais heterossexuais (o que muitos ativistas gays propõem mundo afora), mas ao mesmo tempo, a mesma pessoa defensora deles, quando deseja ofender alguém, especialmente um homem, taxa-o de gay, entre outros impropérios relacionados ao homossexualismo, com o intuito claro de questionar a sua opção sexual (nada afeta mais um homem, do que ter sua sexualidade questionada, especialmente se ele se preocupa com a pressão da sociedade em sempre ser masculino, conquistar diversas mulheres em vez de suas convicções internas ou se ele for inseguro sobre seu poder atrativo ou mesmo sobre sua masculinidade), usando o homossexualismo como algo deplorável e condenável, exatamente o contrário do seu pensamento habitual, que é a defesa deles.